sexta-feira, 27 de setembro de 2013

EU E MEU VIOLÃO

Neste dias, tenho passado

Com as mãos apalpando

Um violão cansado

De tanto ficar berrando

Ruídos, de meus dedos

Desajeitados em seu concerto.


Não sou um anjo de harpas

Sou um ladrão de cordas

Que de tão minuciosas

Se tornaram desafinadas

Pelos sons que roubei, matei

A cada nota que toquei.

(Leandro Monteiro)

 

domingo, 1 de setembro de 2013

O CONCERTO


Partitura partida
Separa as fusas
E parafusas
Os compassos
Separados...

E a música se constrói
Ou se repara
Em um conserto
Com muitos instrumentos...

E a música se compõe
Ou se arranja,
Em um concerto,
Com muitos instrumentos,

As claves usadas
Fá, sol agora
E a canção toca
As sete notas
e tons sincrônicos.

Da alma que canta
Aquilo que sente
O que lha apraz
O que lha dói
Aos alheios ouvidos
Que aos sons se dispõe.

(Leandro Monteiro)

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A BORBOLETA COLORIDA (POEMINHA)

Borboleta a voar,
Borboleta a surgir,
Tão colorida está
Que se pensa ser filha
Do Arco e da Íris, no ar.

(Leandro Monteiro)

domingo, 25 de agosto de 2013

O ESTRANGEIRO (O IMIGRANTE)




Da guerra eu fugi...
Assim como da pobreza
Os italianos vieram...
De falar eu a língua difícil
Essa português de Brasil,
Problemas pra expressar
Eu tido tenho... "tenho tido"

Como ser estrangeiro
complicado é!
Sintaxe é me minha língua
tanto quanto problemático!
Muitos cria ela  desentendimentos
para mim... Ah! Ja!

Estrangeiro ser
E com o idioma sofrer,
Não bastam o sentimentos
Para eu bem me comunicar!
Dureza suportar a solidão
por não me comunicar conseguir!

Ah! Quando isso tudo acabar,
eu quero não mais nada recordar,
Só quero eu a felicidade
Após tanto penar
e o sucesso usufruir!

(Leandro Monteiro)

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

PARADOXO (SOCIAL?)

Beleza, estética divina
Vilania
Feiura, estética selvagem
Bondade

E as aparências é segurança
Para continuar nossa andança.

Uma vida, tão bem quista,
Assassina
A morte, tão combatida,
Protegida

E a justiça traz a paz
Após o horror que sub jaz.

Em nossa cabeça,
Na mentes, a ira
A verdade de(s) velada
Justa se manifesta

Entre ditos
Contra ditos
Nós vivemos

O que vemos
Entendemos
E, assim, crermos

Para ser o
Paraíso:
Nosso céu.

sábado, 27 de julho de 2013

EL CÉTICO


Yo no sé de nada
Yo no sé de nadie
No creo en nada
Ni en nadie...
Y prefiero hacerlo
Pues en verdad
No se sabe si
La verdad de ahora
Es la próxima mentira
descubierta por alguien
Quien es un cientista
A comprobarla
En todos sus errores....

Yo no sé de nada
Yo no sé de nadie
No creo en nada
Ni en nadie...
Y prefiero ser así:
A cambiarme
En todo lo posible
Para estar más cerca
de mi perfección
De vivirme e ser feliz
Independiente de
Sucederme mudanzas
No deseados por mí.




domingo, 14 de julho de 2013

GHOST SPEECH (DISCURSO ANÔNIMO)

Sou um homem invisível,
E a minha voz é Eco
A dizer pra um Narciso;
Que só reconhece, à beira do Rio,
As aparências de meu esquecimento.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

REMORDIMIENTO (LA CULPA A SER PAGA)

Hace cuanto tiempo

No me he recordado

De aquél secreto

Que en mí corazón

Yo he guardado...


Me parecías ahora

Tán perdido allí, en mí,

Lejos de mí memoria

Robada por una pesadilla...


- Lamento, mí señor, informarte

Pero aquél bandido

Ha en realidad

Volvido para buscar

De ti más un poquito


Hace tanto tiempo

He venido evitarlo

Lo que supiera de destino

Que tendría darlo:


“El rostro de la vergüenza

La pena dela cárcel

Y el alma violada

Por las manos del arrogancia

(Cual yo he acordado por placer)”


Quiso borrar las escenas

De esos días tan mezquinos

Quiso comprar mí paz

Por la humildad que juré

A mí seguir al nada desear…


Sino lo que he conseguido

Hasta ahora por el olvido

En mis manos, mis piernas,

Mis ojos, mi mente….


Apagarme,  de mí, la culpa

Todo el interés de injurias

Que yo he cometido

Con mí peor enemigo


Me pareces ahora

Que voy olvidarlo

Después de recordar

La muerte que me hice

(O me hará) callar.
(Leandro Monteiro)

sexta-feira, 31 de maio de 2013

MARIONETE




Si mi ser ahora
Es echo de angustia
Es porque vivo
Lo que he sufrido…

A todo el rato
En que el deber
Siempre me llama
A asumir una culpa.

Soy como un muñeco
Manipulado por manos
Cuales no son de mí ser
Cuya calma quiere obtener...

Tengo que cortar los hilos!
Tengo que deshacer los ovillos!
Quiero ser Pinóquio sin cuerda!
Un simple vaquero por ahora!

Ser don de mis sentimientos
Cuyos solo los echos de alegría
Dejaré entrar en mi cerebro,
Esos únicos hilos, que harán mi vida.

 Leandro Monteiro

domingo, 26 de maio de 2013

PAST REMINDS



Do you remember
When we were children
You had told you wished
A sincere love?

Do you remember
When you swore me
You would listen to me
All I’d spoke you?

Do you remember?
And now you say
That is so hard
To you explain me.

Do you remember
When you said
You would face
All adversities
No matter scars you’d get?

Do you remember
When I claimed me
I should me honest;
Since the truth only
You treasured?

Do you remember?
And now I explain
You were so naïve,
Never knew what’s to live.


Do you remember…
Do you remember?

-No, I don’t remember
I’ve just forgot that
All I'd said were
A dream you had…
You had in your head.

Do you remember?
So, you do forget!




segunda-feira, 29 de abril de 2013

MACHEN UND SEIN (?)



Und Ich bin allein,

Und Ich weisse nicht

Was machen Ich kann…


Ich sprechen mit keine

Ob Machen Sein Seid,

Der Mann ist nicht hier!


(Leandro Monteiro)

sexta-feira, 26 de abril de 2013