Aguas vienen
Y vuelvan sucías
Por causa del desdén
De una bestia que tiene
Mente elaborada.
Aguas van...
Para al vano
Porque el ser ve,
Pero no siente
El futuro que tendrá
Pues es incongruente.
Aguas corren
Siempre sin parar...
Sucías, perenenmente;
Pueden quedarse,
Si no buscar la cura
Para el malo hecho
A la límpida orden.
Aguas vienen
Aguas van
?Para donde?
Para la sangre terrestre.
(Leandro Monteiro)
Blog composto de poemas de assuntos e formas muito variados. Esteja (m) à vontade de lê-los. Caso queira fazer uma crítica ou sugerir algo: monteiro.lemonoli.leandro2@gmail.com
sábado, 1 de novembro de 2014
domingo, 26 de outubro de 2014
MIRAGEM POLÍTICA
Sonho de uma noite de verão:
Ver o grande músico Lobão
Pedir, no programa do Faustão,
Votos para Lula, causando confusão..
Ver o grande músico Lobão
Pedir, no programa do Faustão,
Votos para Lula, causando confusão..
"Que pesadelo é esse? Meus Deus!"
Assim ele reagiu quando acordou,
"Mas agora acabou, terminou
Certo? Ou não? A Dilma se reelegeu?"
Assim ele reagiu quando acordou,
"Mas agora acabou, terminou
Certo? Ou não? A Dilma se reelegeu?"
"Se assim for, Bye Bye Brasil"
(Leandro Monteiro)
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
ZONA LIMITE
A boca da noite
É tão fria quanto
O beijo da morte
Que o corpo abraça...
Mas o salva a vida,
Nossas alma e corpo,
Se acalenta nossa
Boca o céu do dia.
(Leandro Monteiro)
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
ME-DITAÇÃO (?)
Feche os olhos
Respire
Caminhe...
Respire
Caminhe...
Agora?
Neste segundo
Com os olhos
Fechados no mundo?
Neste segundo
Com os olhos
Fechados no mundo?
Abra os olhos
Aja
Faça...
Aja
Faça...
Agora?
Neste segundo
Com os olhos
tensos no mundo?
Neste segundo
Com os olhos
tensos no mundo?
Respire
Não olhe...
Não olhe...
Aja
Não escolha...
Não escolha...
Não dá!
Não muda!
Não muda!
Feche e abra
Seus olhos...
Seus olhos...
Enquanto respira
Podes tu pensar,
Enxergar,
Nova vida?
Podes tu pensar,
Enxergar,
Nova vida?
(Leandro Monteiro)
terça-feira, 7 de outubro de 2014
EUREKA
A realidade
Se descobre quando
Sou corpo
A cair
Na gravidade
De um tempo Infinito
Mas relativo...
Haja emoção para descrever minha existência!
Se descobre quando
Sou corpo
A cair
Na gravidade
De um tempo Infinito
Mas relativo...
Haja emoção para descrever minha existência!
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
APOCALIPSE HAWKINIANO
Descubra a origem de tudo,
E desalinhe a partícula
De Deus...
Inicie o fim do mundo:
Reconstrução dos ateus.
E desalinhe a partícula
De Deus...
Inicie o fim do mundo:
Reconstrução dos ateus.
(Leandro Monteiro)
domingo, 28 de setembro de 2014
COME BACK
It's been a long time
I've been low profile
Since I found the gold
From holding my tongue...
There are so many things
Have happened in the World
That I decided to reopen
The Pandora's box of me:
Release my demons to critize
All the evil beings
Give us some hope to undermine
All the doom predicted.
I come back again,
As a retired man,
After all missions done,
Recalled by urgency.
Now these verses
Reappered stronger
In this lines, I hope,
Are the Start of a Rebirth.
(Leandro Monteiro)
sábado, 14 de junho de 2014
MODORRA
Sentar-se...
Descansar...
E o sono
Chega pra
Me cansar.
Levantar-se..
E cansar-me..
E, então, meu corpo
Pedi para eu
Me despertar.
São os meus olhos,
os quais oscilam
Entre o baixar
E o levantar
Das pupilas.
(Leandro Monteiro)
Descansar...
E o sono
Chega pra
Me cansar.
Levantar-se..
E cansar-me..
E, então, meu corpo
Pedi para eu
Me despertar.
São os meus olhos,
os quais oscilam
Entre o baixar
E o levantar
Das pupilas.
(Leandro Monteiro)
segunda-feira, 9 de junho de 2014
CONCIENCIA POLÍTICA
Es hora de despertar,
Nosotros no somos más
Reyes desnudos
Para no notarmos
La realidad de que hay.
...
Somos más que Maduros
Para entendermos que
Están a jugar conosco és
Más que un simple ajerez
Del tabulero que nos muestran.
Las verdadeiras estrategias
A nosostros no son dichas
Quieren revivir el absoluto rey,
Por los actos sutis de violencia,
Escondidas como democracias
Por las palabras que intentán
Tornarme, en hondo de mí,
Responsable por alguno hecho
Que no lo dije o lo hizo a tí
A vos o nosotros, que a nos herió.
Por las palabras que inventán
para tornarnos, en hondo de ti,
mí verdugo para, por un hecho,
Punirme por mís errores vis,
que eran por ti, ayer, Don, visto.
Manaña, el sol, todavía,
Parece no haber salido...
Y sus falacios sonidos,
Aunque sepa los sentidos,
Son la nostra conciencia...
Son las nostras práticas
De una política arcaica
Que no queremos, pero
Olvidarmos cambiarlas
Para no dejarmos de ser
Reyes de si mismo en
Esta democracia de fachada.
Leandro Monteiro
Nosotros no somos más
Reyes desnudos
Para no notarmos
La realidad de que hay.
...
Somos más que Maduros
Para entendermos que
Están a jugar conosco és
Más que un simple ajerez
Del tabulero que nos muestran.
Las verdadeiras estrategias
A nosostros no son dichas
Quieren revivir el absoluto rey,
Por los actos sutis de violencia,
Escondidas como democracias
Por las palabras que intentán
Tornarme, en hondo de mí,
Responsable por alguno hecho
Que no lo dije o lo hizo a tí
A vos o nosotros, que a nos herió.
Por las palabras que inventán
para tornarnos, en hondo de ti,
mí verdugo para, por un hecho,
Punirme por mís errores vis,
que eran por ti, ayer, Don, visto.
Manaña, el sol, todavía,
Parece no haber salido...
Y sus falacios sonidos,
Aunque sepa los sentidos,
Son la nostra conciencia...
Son las nostras práticas
De una política arcaica
Que no queremos, pero
Olvidarmos cambiarlas
Para no dejarmos de ser
Reyes de si mismo en
Esta democracia de fachada.
Leandro Monteiro
sábado, 10 de maio de 2014
TURNING POINT (BICENTURY MAN'S METAPHOR)
In these long nights
Walking as an android,
I've been careless about
Others and myself
Inspite of a heart's
Still beating inside me...
Living these dark hours,
Seeking something new,
In unexpectance appeared...
A smelling of sweet flower,
A sparkle triggered in my eyes
And something brought me life...
A brighting sun comes
Turns so them to warm
Veins... And I become
A human being again,
Ah! My dear, my Godness!
Those long nights
No matter is the time
Are my sun days now!
And for showing I care
About you, I'll tell you now:
Your lights make me change
My CPU into a nature brain;
Your flourished smell
Turns my closed iron body
In an open skin shell
For all who gives love...
Now I'm no more a robot,
All the things around the world
More than a mere Maths language
All the things that there is or not
Here. And get and gives a love thought.
sábado, 1 de março de 2014
UMA NOITE NA VIDA
Andarilhos
pela rua,
Cães
ladram se, então, os escutam;Gatos miam para a lua...
Como
a abóbada está linda!
Mais
uma noite de vida...Ou seria, talvez, a última?
(Leandro Monteiro)
MEMÓRIA/ CONSCIÊNCIA (HAI-KAI)
O
surgir do humano:
Tintas
preenchendo o PapiroQue, antes, era branco.
(Leandro Monteiro)
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
A COISA
Este quarto existe
Porque estou vivo,
A coisa não existe
Nunca por si mesma,
Pois não se distingue
Perante as demais...
Seja em seu ruído
Ou qual for o cheiro....
Que contradição!
Mas a coisa é deus
(Ser sem nome, antiga
Essência anterior,
Ao nosso céu, o Céu...!),
Qual cria o impensável;
Que é sempre limitada
Por mim, que a define.
(Leandro Monteiro)
domingo, 1 de dezembro de 2013
DASEIN UND DAS CHAOS
Na escuridão das horas,
Preciso abrir os olhos...
Sei que as coisas vão mudar
E não posso ficar pra trás.
Não consigo enxergar...
Nenhuma brecha há...
Preciso achar uma coruja;
Ser suas pupilas noturnas.
Não vejo a alvorada...
Mas sei que se mostrará
A luz desse horizonte dormente
Sob abrigo incandescente...
Com lágrimas terei
Os frutos que se nutrirão
Das chuvas e do calor
Dos furacões à minha frente...
Que impelem alterações
À minha vida desarrumada;
A pôr ordem em minha casa,
Onde viverei transformações...
Pelas minhas pupilas,
Pelas minhas falanges,
Meus lobos faiscantes;
E pelas minhas línguas...
A existir no mundo
Mais luminoso pra mim,
Embora haja no fundo
A escuridão a me seguir.
(Leandro Monteiro)
Preciso abrir os olhos...
Sei que as coisas vão mudar
E não posso ficar pra trás.
Não consigo enxergar...
Nenhuma brecha há...
Preciso achar uma coruja;
Ser suas pupilas noturnas.
Não vejo a alvorada...
Mas sei que se mostrará
A luz desse horizonte dormente
Sob abrigo incandescente...
Com lágrimas terei
Os frutos que se nutrirão
Das chuvas e do calor
Dos furacões à minha frente...
Que impelem alterações
À minha vida desarrumada;
A pôr ordem em minha casa,
Onde viverei transformações...
Pelas minhas pupilas,
Pelas minhas falanges,
Meus lobos faiscantes;
E pelas minhas línguas...
A existir no mundo
Mais luminoso pra mim,
Embora haja no fundo
A escuridão a me seguir.
(Leandro Monteiro)
sábado, 23 de novembro de 2013
PROCURE REFLETIR
Se a satisfação
Vem de sua arte,
O sustento vem do povo...
Se não esconde
O que cria e re-produz,
Se mostra o que o divulga,
Em posturas éticas ou não
Vistas pelos "críticos-pavão",
No querer de artista,
Político ou cientista,
Aparecer na tevê...
Porque não posso escrever
Sobre tal fulano que precisa
Do povo... que todos veem?
Não faço nada senão
Contar a história de um homem
De nosso adorado povo.
(Leandro Monteiro)
Vem de sua arte,
O sustento vem do povo...
Se não esconde
O que cria e re-produz,
Se mostra o que o divulga,
Em posturas éticas ou não
Vistas pelos "críticos-pavão",
No querer de artista,
Político ou cientista,
Aparecer na tevê...
Porque não posso escrever
Sobre tal fulano que precisa
Do povo... que todos veem?
Não faço nada senão
Contar a história de um homem
De nosso adorado povo.
(Leandro Monteiro)
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
A PRIMAVERA
O sol se abre, enfim, no horizonte...
Sua luz brilha além dos montes
Onde o frio é muito constante,
E as vidas são quase errantes.
Ouvir os pássaros cantarem,
Sentir os cheiros das bromélias,
Das margaridas, azaleias;
Que são aromas pra se fragrarem.
Ah! Que luz suave, que encanto,
Que dissipa ao fim meus prantos;
Que friezas abrigavam,
Pois, a minha lúgubre vida...
Fria que, agora, se derrete
Ao sentir a luz em meu rosto
Que de triste torna-se alegre;
E pede ao pôr do sol: - De novo!
Ver o sol se abrir no horizonte;
A luz brilhar além dos montes,
Ouvindo os pássaros cantarem
E todas as flores suspirarem...
Tudo isso que é um grande encanto
Que dissipam os meus prantos
Ao senti-la quente em meu rosto
Pedindo pra havê-la de novo!
(Leandro Monteiro Oliveira)
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
O ARTISTA-HOMEM PÓS-MODERNO (?)
Faz quanto tempo
Procurei ser impessoal
Ver as coisas por si mesmas,
Sem um pingo de narcisismo...
Faz muito tempo,
Venho me dividindo,
Fracionando minha biografia,
Transformando-a em imperfis
Que vivem uma vida em duas.
Como isso tem me deixado infeliz!
Se fosse apenas aptidão
Condizente do ramo a fim!
Mas não é assim, não!
Cientista, de afeto, falta-o razão;
O artista, metódico, sem coração...
Sou ser humano especializado,
Em versos decadentes;
De pensamentos inconsequentes
Para quem se julga ser ajuizado.
Sou o poeta pós-poesia,
Incerto de ser si mesmo.
(Leandro Monteiro)
Procurei ser impessoal
Ver as coisas por si mesmas,
Sem um pingo de narcisismo...
Faz muito tempo,
Venho me dividindo,
Fracionando minha biografia,
Transformando-a em imperfis
Que vivem uma vida em duas.
Como isso tem me deixado infeliz!
Se fosse apenas aptidão
Condizente do ramo a fim!
Mas não é assim, não!
Cientista, de afeto, falta-o razão;
O artista, metódico, sem coração...
Sou ser humano especializado,
Em versos decadentes;
De pensamentos inconsequentes
Para quem se julga ser ajuizado.
Sou o poeta pós-poesia,
Incerto de ser si mesmo.
(Leandro Monteiro)
sábado, 2 de novembro de 2013
P. e F.
Rogério,
não é maleável
Como
as águas do rio,Correndo pelo tempo...
Para meu desagrado,
As canções que tanto
Retumbavam nas ondas
Da mais pura liberdade
Cibernética, estão ilhadas...
Um
muro surgiu
Diante
demais faces;A música, solapada
No direito do criador
Que, outrora Pink,
Cantou para o mundo
Suas dores e injustiças...
Agora,
o criador
Revelou-se
Floyd,Ser autoritário
De um amanhã,
Cujos sons e céu azul
São só democracia
Se há dinheiro à vista.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
TARDE DE VERÃO
Tarde de verão,
Ando pela rua...
Após tomar
Banho de sol
Afogo-me de sede...
(É verão
E o corpo
Deságua
Pelos poros
Dilatados)
Assim como ar,
Preciso de água
Para refrescar
A minha goela
A minha pele...
(É verão
E o corpo
Deságua
Pelos poros
Dilatados)
A cútis que está
muito dura, seca
Como as conchas
De caramujo do mar...
Minha cabeça delira
(É verão
E o corpo
Deságua
Pelos poros
Dilatados)
Como um marujo
Que vaga pelas vagas
Deste oceano solar
Sobre o qual caminho
Nesta tarde de verão.
(Leandro Monteiro Oliveira)
Ando pela rua...
Após tomar
Banho de sol
Afogo-me de sede...
(É verão
E o corpo
Deságua
Pelos poros
Dilatados)
Assim como ar,
Preciso de água
Para refrescar
A minha goela
A minha pele...
(É verão
E o corpo
Deságua
Pelos poros
Dilatados)
A cútis que está
muito dura, seca
Como as conchas
De caramujo do mar...
Minha cabeça delira
(É verão
E o corpo
Deságua
Pelos poros
Dilatados)
Como um marujo
Que vaga pelas vagas
Deste oceano solar
Sobre o qual caminho
Nesta tarde de verão.
(Leandro Monteiro Oliveira)
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
PERDÃO
Você pisou na bola...
Muito feio comigo,
Vem pedir, agora,
Meu perdão, amigo?
Antes de te dizer
Palavra tão sacra,
Pergunto-te, cara:
Quer se arrepender?
Está arrependido?
Caso os teus olhos
Mostrem esse sentido,
Falo-te: "Te perdoo".
Mas caso queira ter
Mais coisas a prouver
De minha pessoa,
Peço-te: "Vá embora".
Sei que és humano,
Sei que podes errar,
Isto vou considerar,
Mas aceitar ser burro?
Procurá-lo em outro lugar.
Meu peso já é imenso
Para eu carregar
Neste mundo pequeno!
Ou para ficar justo,
Faço-te uma proposta:
Pode carregar minha bigorna
Para dar-me algum lucro?
(Leandro Monteiro)
Muito feio comigo,
Vem pedir, agora,
Meu perdão, amigo?
Antes de te dizer
Palavra tão sacra,
Pergunto-te, cara:
Quer se arrepender?
Está arrependido?
Caso os teus olhos
Mostrem esse sentido,
Falo-te: "Te perdoo".
Mas caso queira ter
Mais coisas a prouver
De minha pessoa,
Peço-te: "Vá embora".
Sei que és humano,
Sei que podes errar,
Isto vou considerar,
Mas aceitar ser burro?
Procurá-lo em outro lugar.
Meu peso já é imenso
Para eu carregar
Neste mundo pequeno!
Ou para ficar justo,
Faço-te uma proposta:
Pode carregar minha bigorna
Para dar-me algum lucro?
(Leandro Monteiro)
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