Mom
And
Son:
God
And
Child
I was born
And I am
A human being
No matter what...
Luckier is
My daughter
Who'll be
More than me.
(Leandro Monteiro)
Blog composto de poemas de assuntos e formas muito variados. Esteja (m) à vontade de lê-los. Caso queira fazer uma crítica ou sugerir algo: monteiro.lemonoli.leandro2@gmail.com
domingo, 10 de maio de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
QUEM SOMOS?
Não é o coração
Dono de nossos impulsos?
Sim, Mas nada de emoção!
È a mente que vê a ilusão,
O coração, só, a pulsa.
Assim é a nossa sacra
Vida de ritos preditos...
De alguém cuja palavra
Parecia ter sentido
E tem sentido a caras
Quem ainda acreditam.
Acreditar em quê?
Nos olhos os quais veem
Uma realidade
Que pode ser dobrada
Por uma ilusão óptica?
A verdade está aonde?
Nós somos necessidade,
Ao comermos o pão ...
Também, somos desejo,
Ao querermos o sim
E refutarmos o não
Que nosso não seja.
Porque mais que saibamos
Ainda nós nos indagamos:
Quem nós somos? Quem somos?
E o coração intenso bate
E o cérebro indeciso age...
Na luta pra que o corpo
Viva, então, em plena paz.
(Leandro Monteiro)
domingo, 22 de março de 2015
SUMO DE MI DESEO
Pensar, dormir, soñar, Todo lo que sucede No es materia que se mide... Siempre habrá la realidad, Por la cual no podré Tocar, tocar, tocar... Aunque yo sepa de esto Es muy temprano para parar. Si por mis manos, por lo menos, Yo el fruto alcanzaren Ya estaré muy satisfecho Por vivir el sueño que llegue A tocar, tocar, tocar... El sumo de mi deseo. (Leandro Monteiro) |
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
READY MADE-JUST IN TIME
Mal começou,
O tempo já
Fez uma moto
Bem mais rápida
Do que a usada
No ano anterior...
Há quantos km/h
estamos agora?
(Leandro Monteiro)
O tempo já
Fez uma moto
Bem mais rápida
Do que a usada
No ano anterior...
Há quantos km/h
estamos agora?
(Leandro Monteiro)
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
ANO NOVO
Virado o ano, o tempo.
As brumas se dissipam
A chuva está nutrindo
A consciência do
apreendido
Fato, que é, agora,
memória;
Do cotidiano para história
Do que foram os momentos.
A frente, no horizonte,
A aurora surge entre os
montes;
O arco-íris dos desejos
Ressurge em direção
A este novo, que o ensejo
A nos compromete ser a
vida
Mais do que o sonho
De uma noite verão....
A nos compromete ser
A expectativa construída,
A realização,
A satisfação
adquirida...
Oh! Desejos, desejos..!
As vagas, as vagas!
Nossa possibilidade!
Embora devamos
Estarmos dispostos
Estarmos expostos
A toda agradável
Imprevisibilidade....!
Diante do sol
Diante da chuva
Diante da neblina
Da tempestade
Ou da improvável secura
(Qual façamos acabar)...
Condições para vivermos
E tornamos história
(que esperamos)
Nesta aurora,
(que assim desejamos)
Se consolidar neste ano...
Nesta vida a se
tornar
Memória
Memória
Nos próximos 365 dias
De cotidiano.
(Leandro Monteiro)
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
PARA CHAVO
“En viente y ocho
De noviembre
Despídome
De la escena
Espero que tengam
Paciéncia conmigo...
Graciás por seguime
Ustedes fuerón buenos...”
Gracias, decirmos
A ti nosotros
Que de nuestros rostro
muchas veces aburridos
Ha sacado de nosotros
Un importante sonrisa,
A quedarse em nosotros
Sea em la miente
O em el corazón...
Nuestros abrazos
Y cariños de Brasil
Hasta luego Bolaños.
Que te sigas para
El bueno, Diós.
(Leandro Monteiro)
domingo, 16 de novembro de 2014
LIMBO
Com os olhos cerrados
Mergulho no mar de Morfeu,
Poucas horas não bastam
Para que eu voe ao céu.
Contudo, flutuo sob o chão de véu...
Mergulho no mar de Morfeu,
Poucas horas não bastam
Para que eu voe ao céu.
Contudo, flutuo sob o chão de véu...
(Leandro Monteiro)
sábado, 1 de novembro de 2014
LAS AGUAS (VERSIÓN EN ESPAÑOL)
Aguas vienen
Y vuelvan sucías
Por causa del desdén
De una bestia que tiene
Mente elaborada.
Aguas van...
Para al vano
Porque el ser ve,
Pero no siente
El futuro que tendrá
Pues es incongruente.
Aguas corren
Siempre sin parar...
Sucías, perenenmente;
Pueden quedarse,
Si no buscar la cura
Para el malo hecho
A la límpida orden.
Aguas vienen
Aguas van
?Para donde?
Para la sangre terrestre.
(Leandro Monteiro)
Y vuelvan sucías
Por causa del desdén
De una bestia que tiene
Mente elaborada.
Aguas van...
Para al vano
Porque el ser ve,
Pero no siente
El futuro que tendrá
Pues es incongruente.
Aguas corren
Siempre sin parar...
Sucías, perenenmente;
Pueden quedarse,
Si no buscar la cura
Para el malo hecho
A la límpida orden.
Aguas vienen
Aguas van
?Para donde?
Para la sangre terrestre.
(Leandro Monteiro)
domingo, 26 de outubro de 2014
MIRAGEM POLÍTICA
Sonho de uma noite de verão:
Ver o grande músico Lobão
Pedir, no programa do Faustão,
Votos para Lula, causando confusão..
Ver o grande músico Lobão
Pedir, no programa do Faustão,
Votos para Lula, causando confusão..
"Que pesadelo é esse? Meus Deus!"
Assim ele reagiu quando acordou,
"Mas agora acabou, terminou
Certo? Ou não? A Dilma se reelegeu?"
Assim ele reagiu quando acordou,
"Mas agora acabou, terminou
Certo? Ou não? A Dilma se reelegeu?"
"Se assim for, Bye Bye Brasil"
(Leandro Monteiro)
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
ZONA LIMITE
A boca da noite
É tão fria quanto
O beijo da morte
Que o corpo abraça...
Mas o salva a vida,
Nossas alma e corpo,
Se acalenta nossa
Boca o céu do dia.
(Leandro Monteiro)
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
ME-DITAÇÃO (?)
Feche os olhos
Respire
Caminhe...
Respire
Caminhe...
Agora?
Neste segundo
Com os olhos
Fechados no mundo?
Neste segundo
Com os olhos
Fechados no mundo?
Abra os olhos
Aja
Faça...
Aja
Faça...
Agora?
Neste segundo
Com os olhos
tensos no mundo?
Neste segundo
Com os olhos
tensos no mundo?
Respire
Não olhe...
Não olhe...
Aja
Não escolha...
Não escolha...
Não dá!
Não muda!
Não muda!
Feche e abra
Seus olhos...
Seus olhos...
Enquanto respira
Podes tu pensar,
Enxergar,
Nova vida?
Podes tu pensar,
Enxergar,
Nova vida?
(Leandro Monteiro)
terça-feira, 7 de outubro de 2014
EUREKA
A realidade
Se descobre quando
Sou corpo
A cair
Na gravidade
De um tempo Infinito
Mas relativo...
Haja emoção para descrever minha existência!
Se descobre quando
Sou corpo
A cair
Na gravidade
De um tempo Infinito
Mas relativo...
Haja emoção para descrever minha existência!
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
APOCALIPSE HAWKINIANO
Descubra a origem de tudo,
E desalinhe a partícula
De Deus...
Inicie o fim do mundo:
Reconstrução dos ateus.
E desalinhe a partícula
De Deus...
Inicie o fim do mundo:
Reconstrução dos ateus.
(Leandro Monteiro)
domingo, 28 de setembro de 2014
COME BACK
It's been a long time
I've been low profile
Since I found the gold
From holding my tongue...
There are so many things
Have happened in the World
That I decided to reopen
The Pandora's box of me:
Release my demons to critize
All the evil beings
Give us some hope to undermine
All the doom predicted.
I come back again,
As a retired man,
After all missions done,
Recalled by urgency.
Now these verses
Reappered stronger
In this lines, I hope,
Are the Start of a Rebirth.
(Leandro Monteiro)
sábado, 14 de junho de 2014
MODORRA
Sentar-se...
Descansar...
E o sono
Chega pra
Me cansar.
Levantar-se..
E cansar-me..
E, então, meu corpo
Pedi para eu
Me despertar.
São os meus olhos,
os quais oscilam
Entre o baixar
E o levantar
Das pupilas.
(Leandro Monteiro)
Descansar...
E o sono
Chega pra
Me cansar.
Levantar-se..
E cansar-me..
E, então, meu corpo
Pedi para eu
Me despertar.
São os meus olhos,
os quais oscilam
Entre o baixar
E o levantar
Das pupilas.
(Leandro Monteiro)
segunda-feira, 9 de junho de 2014
CONCIENCIA POLÍTICA
Es hora de despertar,
Nosotros no somos más
Reyes desnudos
Para no notarmos
La realidad de que hay.
...
Somos más que Maduros
Para entendermos que
Están a jugar conosco és
Más que un simple ajerez
Del tabulero que nos muestran.
Las verdadeiras estrategias
A nosostros no son dichas
Quieren revivir el absoluto rey,
Por los actos sutis de violencia,
Escondidas como democracias
Por las palabras que intentán
Tornarme, en hondo de mí,
Responsable por alguno hecho
Que no lo dije o lo hizo a tí
A vos o nosotros, que a nos herió.
Por las palabras que inventán
para tornarnos, en hondo de ti,
mí verdugo para, por un hecho,
Punirme por mís errores vis,
que eran por ti, ayer, Don, visto.
Manaña, el sol, todavía,
Parece no haber salido...
Y sus falacios sonidos,
Aunque sepa los sentidos,
Son la nostra conciencia...
Son las nostras práticas
De una política arcaica
Que no queremos, pero
Olvidarmos cambiarlas
Para no dejarmos de ser
Reyes de si mismo en
Esta democracia de fachada.
Leandro Monteiro
Nosotros no somos más
Reyes desnudos
Para no notarmos
La realidad de que hay.
...
Somos más que Maduros
Para entendermos que
Están a jugar conosco és
Más que un simple ajerez
Del tabulero que nos muestran.
Las verdadeiras estrategias
A nosostros no son dichas
Quieren revivir el absoluto rey,
Por los actos sutis de violencia,
Escondidas como democracias
Por las palabras que intentán
Tornarme, en hondo de mí,
Responsable por alguno hecho
Que no lo dije o lo hizo a tí
A vos o nosotros, que a nos herió.
Por las palabras que inventán
para tornarnos, en hondo de ti,
mí verdugo para, por un hecho,
Punirme por mís errores vis,
que eran por ti, ayer, Don, visto.
Manaña, el sol, todavía,
Parece no haber salido...
Y sus falacios sonidos,
Aunque sepa los sentidos,
Son la nostra conciencia...
Son las nostras práticas
De una política arcaica
Que no queremos, pero
Olvidarmos cambiarlas
Para no dejarmos de ser
Reyes de si mismo en
Esta democracia de fachada.
Leandro Monteiro
sábado, 10 de maio de 2014
TURNING POINT (BICENTURY MAN'S METAPHOR)
In these long nights
Walking as an android,
I've been careless about
Others and myself
Inspite of a heart's
Still beating inside me...
Living these dark hours,
Seeking something new,
In unexpectance appeared...
A smelling of sweet flower,
A sparkle triggered in my eyes
And something brought me life...
A brighting sun comes
Turns so them to warm
Veins... And I become
A human being again,
Ah! My dear, my Godness!
Those long nights
No matter is the time
Are my sun days now!
And for showing I care
About you, I'll tell you now:
Your lights make me change
My CPU into a nature brain;
Your flourished smell
Turns my closed iron body
In an open skin shell
For all who gives love...
Now I'm no more a robot,
All the things around the world
More than a mere Maths language
All the things that there is or not
Here. And get and gives a love thought.
sábado, 1 de março de 2014
UMA NOITE NA VIDA
Andarilhos
pela rua,
Cães
ladram se, então, os escutam;Gatos miam para a lua...
Como
a abóbada está linda!
Mais
uma noite de vida...Ou seria, talvez, a última?
(Leandro Monteiro)
MEMÓRIA/ CONSCIÊNCIA (HAI-KAI)
O
surgir do humano:
Tintas
preenchendo o PapiroQue, antes, era branco.
(Leandro Monteiro)
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
A COISA
Este quarto existe
Porque estou vivo,
A coisa não existe
Nunca por si mesma,
Pois não se distingue
Perante as demais...
Seja em seu ruído
Ou qual for o cheiro....
Que contradição!
Mas a coisa é deus
(Ser sem nome, antiga
Essência anterior,
Ao nosso céu, o Céu...!),
Qual cria o impensável;
Que é sempre limitada
Por mim, que a define.
(Leandro Monteiro)
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